16.10.12

Me me me

Vivo num sentimento de tristeza constante, presa entre uma nostalgia do que senti e a ânsia do futuro que não chega.
Questiono-me eternamente pela inexistência de uma alegria mais constante despertada pelos momentos em que rio e sorrio.
Parecem egocêntricas estas questões eternas e repetidas até à exaustão, mas não tenho capacidade para me negar e o aprisionamento de vontades e humores numa combinou com a minha impetuosidade de ceder a vontades e desejos.
De resto permaneço incerta sobre o que o futuro me reserva e sobre as vontades dos outros.

Sem comentários: