25.10.09

About the end of the mistery...



Não escrevo e dessa forma para não tenho de pensar no que sinto ou deixo de sentir. Se fiz mal ou bem, se magoa ou não. Não escrevo e assim não tenho de aceitar o que aconteceu. Nada de terrivel, nada de extraordinário...excepto para mim. E agora aparecem-me dúvidas sobre a minha capacidade permitir a possibilidade do que parece impossível. E na realidade nada disto é assim tão complicado, a verdade é que o mistério que existia e envolvia desapareceu...afinal as coisas são como são e em determinadas circunstâncias pouco há a fazer...resta apenas não olhar para trás em demasia e não ceder à tentação de sentir arrependimento por algo que se fez...

1 comentário:

criptog disse...

Quanto a mistérios e enigmas, temas da minha preferência, tendo a reflectir que a essência não se prende com segredos ou desconhecimentos, mas sim com significados latentes que podem continuamente ser descobertos e procurados. Por vezes o ultrapassar explícito de alguns limites faz a atenção colapsar num sensação espacialmente singular (parecida com a de não se conseguir adormecer), impeditiva de novas extrapolações e deambulações semânticas ... mas isso apenas até que se deixe surgir uma nova atracção ao encontro de questões e possibilidades que, embora tocáveis, se vão mantendo transcendentes.